sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Vírus corrige falha do Windows após infectar o sistema

Foi encontrada nesta semana mais uma praga virtual (worm) que explora a brecha de segurança no Windows corrigida de forma emergencial em outubro. O vírus, batizado de Conficker.A, tem uma característica interessante: ele impede que outros vermes infectem o sistema pela mesma falha.

Para fazer isso, o Conficker.A corrige, na memória (de maneira temporária), a falha usada por ele próprio. Outras pragas digitais que exploram o mesmo problema ficarão incapacitadas de infectar o computador, pois não será possível explorar a brecha, pelo menos até o sistema ser desinfectado e reiniciado. A descoberta desse novo worm foi divulgada pela Microsoft na terça-feira (25). Segundo os especialistas da empresa, o objetivo da praga ao consertar a vulnerabilidade é não deixar que outros vírus, “concorrentes”, infectem o sistema. O Conficker.A também impede o uso do recurso da Restauração do Sistema e baixa outros arquivos maliciosos para o computador. Por algum motivo, a praga está programada para não infectar computadores ucranianos. Embora o Conficker.A corrija a falha apenas para afastar concorrentes, houve ao longo dos anos alguns “vírus do bem” que se espalhavam apenas para corrigir as brechas. O mais famoso desses é o Welchia, de 2003. Ele infecta os sistemas Windows usando a mesma vulnerabilidade do Blaster. Uma vez dentro do sistema, o Welchia instalava a correção permanente para o problema e tentava remover o vírus Blaster, se ele estivesse presente. Para controlar as infecções, o Welchia foi programado para desligar-se no dia 1º de janeiro de 2004.

Referência - g1.globo.com

uTorrent chega ao Mac em versão beta

Popular cliente torrent no Windows, uTorrent roda apenas em Macs com chips Intel.
Popular no sistema Windows, o cliente de torrent µTorrent ganhou sua primeira versão para a plataforma Mac.
O software, na versão 0.90, roda apenas em Macs com processador Intel e com o sistema operacional Mac OS X 10.5 (Leopard). Os desenvolvedores do programa consideram a versão "estável o suficiente para compartilhar e esperam retorno dos usuários para melhorar o programa". O µTorrent foi adquirido pelos criadores do protocolo BitTorrent em dezembro de 2006. O aplicativo pode ser baixado direto do site da empresa.

Referência - idgnow.com.br

Teste seu site com o IPOK

Há algum tempo, os usuários interessados em ferramentas de DNS, análise de domínio, checagem de DNS reverso, pesquisa em blacklists etc., tinham alguns poucos sites a sua disposição. Os resultados muito técnicos e a pouca fluência no inglês dificultavam a conclusão do usuário, se havia ou não algum problema efetivamente.
Eis que surge dessa demanda o site IPOK, uma alternativa nacional e pioneira desse conjunto de ferramentas, que todo usuário que possua um domínio deveria ter em seus favoritos.
A principal ferramenta é o DNS Report. Ela analisa diversos serviços atrelados ao seu domínio: servidores DNS, de email, web etc. No total, mais de 30 testes são realizados, entre identificação de servidores, conexão e análise de respostas etc. Ao final, é apresentado um relatório com informações, erros de configuração (se houver), avisos e sugestões de melhoria.
Além do DNS Report, diversas outras ferramentas estão disponíveis: teste de DNS reverso, pesquisa em blacklists, cálculos de sub-rede e outras. O site ainda tem uma lista de ferramentas em desenvolvimento. As próximas a serem liberadas serão a de análise específica para servidores de email e uma ferramenta de proxy para testes de websites, simulando uma conexão externa.
A idéia vai além, pois por meio do IPOK será possível criar uma base de testes que “certificam” as configurações do domínio, servidores e configurações. O objetivo é criar uma espécie de “selo de qualidade”, atestando que as configurações mínimas foram realizadas e funcionam adequadamente.
Datacenters, empresas de hospedagem de websites e prestadores de serviços poderão anexar o relatório final como documentação para seus clientes, gerando maior confiança e transparência no serviço, além de poderem detectar e corrigir previamente qualquer problema que tenha passado despercebido.

Referência - linuxmagazine.com.br

Lançado o Gnome 2.24.2

Foi anunciada a segunda versão de atualização do ambiente desktop Gnome 2.24. Como em toda versão de atualização, não há de fato novos recursos, mas apenas correções de falhas importantes, atualização de documentação e melhorias na tradução
Referência - linuxmagazine.com.br

Lançado o Fedora 10

Seis meses após o lançamento do Fedora 9, o projeto livre lança agora a versão 10 da popular distribuição Linux, codinome Cambridge.

O Fedora 10 usa o kernel Linux 2.6.27.5 anunciado no último dia 7. O projeto também está buscando trazer seus softwares a um novo nível, e ele inclui o OpenOffice.org 3.0, Gnome 2.24.1, Eclipse 3.4 e RPM 4.6. O produto promete um melhor gerenciamento de impressoras e alguns interessantes recursos de virtualização. No momento, o KVM está disponível por padrão no Fedora 10, na versão 74-5 (no Fedora 9, o KVM era apenas uma opção). Certamente a aquisição da Qumranet, criadora e desenvolvedora do KVM, pela Red Hat, patrocinadora do Fedora, tem grande influência nisso. No entanto, o uso do KVM não implica a rejeição do “concorrente” Xen: o hypervisor tradicional está presente na versão 3.3.0-1. As ferramentas de virtualização de criação do próprio Fedora, como a libvirt e o virt-manager, também estão incluídas.
Outra importante novidade do Fedora 10 é seu tempo de inicialização, que foi reduzido graças ao novo sistema gráfico de inicialização Plymouth. O Plymouth é compatível com chips gráficos ATI Radeon e Intel, mas deve receber suporte a outros fabricantes e modelos em breve. O NetworkManager agora permite compartilhar uma conexão de rede com pouquíssimos cliques. Os principais recursos do Fedora 10 estão disponíveis na lista oficial.
Com essa versão, os desenvolvedores mantêm um ciclo de lançamentos de seis meses, bem mais curto do que o do Red Hat Enterprise Linux. A próxima versão do projeto, o Fedora 11, deve ser liberada no dia 28 de maio de 2009 e provavelmente servirá de base para o RHEL 6. O Fedora 10 pode ser baixado imediatamente.

Referência - linuxmagazine.com.br

MySQL 5.1: Nova versão do banco de dados aberto

A Sun Microsystems lançou a versão 5.1 do seu banco de dados MySQL.

Na nova versão, os desenvolvedores se concentraram no desempenho, que melhorou a velocidade do banco de dados em surpreendentes 15%. Entre as novidades há cinco novos métodos de particionamento horizontal: range, hash, key, list e composite. Outros recursos novos são a replicação híbrida e o escalonador de eventos (event scheduler), que permite a automatização de tarefas SQL repetitivas.
Os sistemas operacionais suportados são Red Hat Enterprise Linux, Suse Linux Enterprise, Windows, Mac OS X, FreeBSD, HP-UX, IBM AIX, IBM i5/OS e todas as distribuições Linux.
A Sun disponibiliza três versões do MySQL para download: Community Server, sob a GPL, Enterprise Server, com base em subscrição (assinatura do serviço) e o Embedded Server, com licença comercial proprietária.

Referência - linuxmagazine.com.br

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Xen ganha mecanismo de HA

Manter a sincronização perfeita de múltiplos servidores Xen, cada um com diversas máquinas virtuais, não é tarefa das mais fáceis. Atualmente, é preciso replicar arquivos de configuração entre os servidores e manter sincronizado todo o restante da estrutura.
Felizmente, tudo isso pode mudar para melhor com o projeto Kemari. Trata-se de um software de código aberto (GPL) descrito por seus autores como “um mecanismo de código aberto para sincronização de máquinas virtuais para tolerância a falhas. Oferece uma técnica utilizável para tolerância a falhas que não requer o uso de hardware específico ou a modificação dos aplicativos ou sistema operacional”.
O objetivo do projeto é “manter as máquinas virtuais rodando transparentemente em caso de falhas de hardware”. Para isso, ele “transfere o estado da máquina virtual primária para a secundária quando a primária está prestes a enviar um evento para dispositivos como armazenamento e rede”.
A página do Kemari disponibiliza patches para o xen 3.3 e para o kernel Linux 2.6.18. Os patches permitem a replicação de toda a paginação de memória entre os servidores envolvidos, o que exige algum mecanismo de armazenamento remoto, como drbd, iSCSI, NFS ou nbd.
No anúncio feito à lista de desenvolvedores do Xen, os autores também citam slides sobre o projeto e um vídeo com uma máquina virtual Windows rodando perfeitamente após a queda do servidor primário.
Espera-se que o Kemari seja integrado ao Xen 3.4, a próxima versão estável do popular sistema de virtualização.

Referência - linuxmagazine.com.br
 
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